segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

  Já desejei minha própria morte, já implorei pela morte dos outros. Hoje apenas sigo em frente.

você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. é por isso que eu tenho medo. você também diz que me ama.
“Você ja parou pra pensar, que a pessoa certa pra você, também sofre por não ter te encontrado ainda?”

ele: você está namorando?
ela: (longa pausa) sim, estou. algum problema?
ele: (morde os lábios, prende as lágrimas) não.. nenhum, eu desejo que vocês sejam felizes.
ela: obrigada, sei que seremos muito felizes, pois eu amo ele como nunca amei ninguém!
ele: (deixa as lágrimas escaparem, sussurra) eu estou mentindo..
ela: (olha para ele com os olhos cheios de lágrimas) eu também..

E assim sendo !

Coisas ruins não são o pior que pode nos acontecer. O que de pior pode nos acontecer é nada. Uma vida fácil nada nos ensina. No fim, é o que aprendemos o que importa: o que aprendemos e como nos desenvolvemos. Traçamos nossas vidas pelo poder de nossas escolhas. Quando nossas escolhas são feitas passivamente, quando não somos nós mesmos que traçamos nossas vidas, nos sentimos frustrados. Uma pequena mudança hoje pode acarretar-nos um amanhã profundamente diferente. São grandes as recompensas para aqueles que têm a coragem de mudar, mas essas recompensas acham-se ocultas pelo tempo. Geramos nossos próprios meios. Obtemos exatamente aquilo pelo que lutamos. Somos responsáveis pela vida que nós próprios criamos. Quem terá a culpa, a quem cabe o louvor, senão a nós mesmos? Quem pode mudar nossas vidas, a qualquer tempo, senão nós mesmos?